quarta-feira, 25 de junho de 2008

VISITAÇÃO À BIBLIOTECA

JUSTIFICATIVA:
... o professor não conhece a biblioteca e manda o aluno fazer a pesquisa porque lá tem o que ele precisa...
... o aluno vai a biblioteca porque o professor mandou fazer um trabalho e disse que lá tem o que ele precisa...
... se a biblioteca tiver o material desejado, a bibliotecária tem que dar ao aluno e, de preferência, mostrar onde começa e onde termina o que ele precisa copiar...
.... se o acervo for pequeno ou a biblioteca não possuir o assunto desejado pelo aluno... a bibliotecária é uma "bruxa que não ajuda", porque, afinal, o professor disse que lá existia...
Esse círculo vicioso não tem fim.
Desta forma, aproveitando alguns alunos de graduação que precisavam carimbar seus passaportes com visitações à biblioteca, uni o útil ao agradável e comecei a apresentar a biblioteca de uma forma diferente. Os alunos não só conhecem o espaço físico, mas aprendem como a biblioteca se organiza e algumas de suas possibilidades.
OBJETIVOS:
Transformar o professor e, posteriormente, o aluno em pesquisador.
Como os professores não conhecem as bibliotecas, não se sentem à vontade para freqüentá-las juntos aos seus alunos.
Dessa forma, eles encaminham os alunos às cegas para desenvolverem seus trabalhos.
O aluno por sua vez, quer copiar qualquer coisa relativa ao assunto para "entregar" ao professor e muitas vezes, sai da biblioteca com o mesmo conteúdo que entrou.
Aliado a tudo isso, está o bibliotecário, que possuiu mecanismos de busca além de estar em contato diário com o acervo. Mas, o usuário não percebe esse detalhe. Para ele o bibliotecário é alguém que conhece todos os livros e isso o deixa intimidado.
Observando essa situação e buscando fazer algo diferente, procuro motivar o professor, para que ele não se sinta "um peixe fora d'água" e saiba aonde buscar na biblioteca o assunto de seu interesse.
Conseguindo caminhar com os próprios pés e conhecendo os livros de sua área, o professor se sentirá seguro de vir à biblioteca junto com os alunos e, desta forma, buscar uma informação a mais, um detalhe, uma curiosidade.
METODOLOGIA:
Quando vou iniciar a visita monitorada, minha primeira pergunta é: Qual sua área de interesse ou estudo? Já sabendo em qual área de biblioteca irei me deter com mais empenho, começo a explanação sobre o significado exato de biblioteca pública, porque é acervo geral e porque não tenho muita das coisas solicitadas, porque da distribuição física da biblioteca, sistema de classificação e a importância de não recolocar livro na estante. Quando explico sucintamente o sistema de classificação, utilizo a área de interesse do meu usuário. Continuo o passeio mostrando as possibilidades de uso imediato ou futuro do espaço, tanto a sala de leitura, como o espaço multiuso da biblioteca e o Espaço Encantado. Termino, convidando o visitante a dar uma olhada mais detalhada no acervo.

AVALIAÇÃO:

Todas as pessoas que passaram por aqui nesse trabalho que iniciou em 2007, sem exceção, disseram-se surpreendidas, que nunca haviam imaginado nada disso.
Do meu ponto de vista, tem sido um prazer fazer a diferença na vida desses futuros profissionais.
Ver seus rostos enfadados por “terem de fazer” a visita e não simplesmente receber um carimbo, afinal todos sabem que biblioteca é um lugar com estantes repletas de livros e, ao término da visita, as manifestações de carinho, de alegria, os olhos brilhantes, a visualização de novas possibilidades, me faz garantir que esse projeto tem sido um sucesso.

terça-feira, 10 de junho de 2008

SARAU PIC-TOF

OBJETIVO:
INCENTIVAR A LEITURA ATRAVÉS DA POESIA

LOCAL:
BIBLIOTECA JOÃO DO RIO - 2º SEMESTRE DE 2007

JUSTIFICATIVA E ESTRATÉGIA:
CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS OU DE APRENDIZAGEM NÃO ESTAVAM SE SENTINDO SUFICIENTEMENTE MOTIVADAS PARA A LEITURA. DESTA FORMA, A BIBLIOTECA E O PROFESSOR DE CLASSE, JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS, MONTARAM A ESTRATÉGIA DE TRABALHAR COM POESIA, POR SER ESTE UM GENERO QUE AGRADAVA SOBREMANEIRA AS CRIANÇAS.
UMA VEZ POR SEMANA TODOS COMPARECIAM À BIBLIOTECA, QUE JÁ SE ENCONTRAVA PREPARADA PARA ELES.
TODOS OS LIVROS DE POESIA INFANTIL ENCONTRAVAM-SE DISPOSTOS EM MESAS E AS CRIANÇAS TINHAM 15 MINUTOS PARA FOLHEÁ-LOS E ESCOLHER UMA POESIA PARA LER PARA O GRUPO.
NENHUMA CRIANÇA ERA OBRIGADA A ISSO. FICAVA SEMPRE A CRITÉRIO DELA SE QUERIA OU NÃO PARTICIPAR DA LEITURA.
ENQUANTO OS ALUNOS ESCOLHIAM AS OBRAS OS DEMAIS USUÁRIOS DA BIBLIOTECA ERAM CONVIDADOS TAMBÉM A PARTICIPAR.
APÓS AS ESCOLHAS, OS ALUNOS ERAM CHAMADOS AO MICROFONE PARA LEITURA DA POESIA ESCOLHIDA.
INICIALMENTE AS CRIANÇAS FICAVAM RECEOSAS, MAS DEPOIS COMEÇARAM A QUERER FALAR NO MICROFONE E COM ISSO ESFORÇAVAM-SE PARA LER.
O RECURSO DO EQUIPAMENTO FOI VITAL, POIS DESTA FORMA TODOS ESCUTAVAM O QUE ESTAVA SENDO LIDO.

OPINIÃO:
OS USUÁRIOS DA BIBLIOTECA MOSTRARAM-SE BASTANTE SOLIDÁRIOS COM O TRABALHO E AS CRIANÇAS EM SALA DE AULA COMEÇARAM A SE INTERESSAR PELA LEITURA.
PROJETO:
BIBLIOTECA JOÃO DO RIO - MÁRCIA CINTRA CAMARGO RODRIGUES
PROFESSOR EMEF JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS

segunda-feira, 9 de junho de 2008

MÃOS QUE TRADUZEM

OBJETIVO:

Apresentar para as crianças outras formas de comunicação, o Braille e a Libras. A inclusão, tão apregoada, não será possível se todas as pessoas não dominarem, minimamente, as diversas formas de comunicação. De que adianta, o mudo conseguir se comunicar com outros mudos, mas não ser entendido pelo ouvinte? Ou o cego, ler e escrever em Braille, mas só ser compreendido por outro cego?
Foi pensando nessas questões que lançamos o projeto-piloto e pretendemos posteriormente expandí-lo.
Deixamos claro que não existe a pretensão de ser um curso.
DATA E LOCAL:
Todas as quintas-feiras (2008), em 2 horários, para turmas do 3º estágio da EMEI CEU Campo Limpo, no espaço multiuso da Biblioteca João do Rio.
ESTRATÉGIA:
Braille: apresentamos o alfabeto e oportunizamos a possibilidade de contato com os livros nessa linguagem, inclusive os bilíngues (tinta e Braille).
Libras: ensinamos para as crianças a datitologia (alfabeto com as mãos) e algumas expressões usuais para comunicação.
PROJETO:
Roberta Felix Fernandes - Gestão CEU Campo Limpo Cardeal Dom Agnelo Rossi
Márcia Cintra Camargo Rodrigues - Biblioteca João do Rio

UMA VIAGEM PELA BIBLIOTECA

OBJETIVO:

O trabalho do profissional bibliotecário de organizar, disseminar e sintetizar a informação nem sempre é percebido pelo usuário que utiliza a biblioteca.

Aproveitando a data comemorativa do dia do bibliotecário organizamos a exposição "Uma viagem pela Biblioteca", procurando mostrar um pouco desse trabalho e a trajetória das bibliotecas ao longo do tempo.

DATA E LOCAL:

12 a 17 de março de 2007 - Biblioteca Jornalista Roberto Marinho - CEU Butantã
PÚBLICO ALVO:
Escolas do CEI, EMEI e EMEF do CEU e usuários da Biblioteca.
ESTRATÉGIA:
Expusemos os livros abertos nas partes relativas às Bibliotecas e livros.
Aproveitamos para mostrar os diversos suportes existentes no acervo da biblioteca, como os vídeos, os CD's, os DVD's, os mapas, os livros-brinquedo, etc.
As visitas eram monitoradas e um bibliotecário explanava sobre a história das bibliotecas desde a antiguidade com a Biblioteca de Alexandria.
Procuramos mostrar as diversas formas de se recuperar a informação até os dias de hoje com a internet.
A exposição contou, também, com os elementos da encadernação e os professores de cada grupo e os usuários, saíram com um pedaço de percalux (papel utilizado para revestir as capas duras dos livros) como lembrança pela visita.
PROJETO:
Márcia Cintra Camargo Rodrigues - Coordenadora de Projetos - Biblioteca Jornalista Roberto Marinho
Marlene Alba Alonso e Solange Aparecida Ferreira - Bibliotecárias - Biblioteca Jornalista Roberto Marinho

FOLCLORE - em andamento

OBJETIVO:

Divulgar a cultura popular de uma forma diferente e mostrar às crianças o quanto do folclore faz parte da vida delas.

JUSTIFICATIVA:

Quando chega o mês de agosto, os professores pedem pesquisas sobre o folclore. As crianças procuram na biblioteca um ou dois personagens mais conhecidos, copiam a informação e não reconhecem as justificativas da existência do personagem.
Outro aspecto importante é perceber que, para a criança, não há correlação entre o folclore e alguns fatos do seu dia-a-dia.
Entender os motivos dos personagens e identificar o folclore nos pareceu importante para a identificação do aluno com as raízes da cultura brasileira.

DATA E LOCAL:

Agosto de 2008 no CEU Campo Limpo Cardeal Dom Agnelo Rossi

ESTRATÉGIA:

Distribuir por todos os espaços do CEU cartazes com ditos populares, cantigas de ninar, superstições, brincadeiras de rua, etc., que fazem parte do folclore e que as pessoas não percebem.
Posteriormente, no Teatro Lélia Abramo, os educadores do projeto “São Paulo é uma Escola”, farão uma apresentação caracterizada com alguns personagens, tanto dos mais conhecidos como de algumas lendas do folclore menos exploradas.

PROJETO:

Biblioteca João do Rio – Márcia Cintra Camargo Rodrigues
Núcleo de Educação – Guilherme Berbet
Projeto São Paulo é uma Escola – todos os professores (?)

ESPAÇO ENCANTADO

OBJETIVO:

Em 2008 criou-se, dentro da Biblioteca João do Rio, um espaço lúdico onde os professores tivessem oportunidade de realizar um trabalho diferenciado.
O nome originou-se dos comentários das pessoas que ao conhecerem o espaço declaravam estarem "encantadas". Daí surgiu o nome "Espaço Encantado".

LOCAL:

Funciona por agendamente e pode ser utilizado por qualquer professor.

PÚBLICO ALVO:

O espaço comporta cerca de 35-40 crianças na faixa de 0 a 12 anos.


ESTRATÉGIA:

O Espaço Encantado foi decorado com motivos infantis e neles foram colocados à disposição dos professores:
Brinquedos
TV
Som
DVD
Vídeo Cassete
Livros de leitura
Livros infantis com conteúdo informativo de todas as áreas

Nesse espaço é possível o uso de diversos suportes buscando cativar a atenção do aluno, transformando a aula num momento prazeroso.

PROJETO:

Biblioteca João do Rio - Márcia Cintra Camargo Rodrigues, Gestao CEU Campo Limpo Cardeal Dom Agnelo Rossi (doação de brinquedos) e EMEI CEU Campo Limpo, elementos de decoração e palco de fantoches

LIVROS DANIFICADOS

SE VOCÊ AJUDAR A CUIDAR, NÃO VAI ACABAR!!!
OBJETIVO:
Aproveitando o período de comemoração do dia do bibliotecário, procuramos sensibilizar as pessoas e, em especial, as crianças com relação aos cuidados que devemos tomar ao manusearmos os livros da biblioteca.
DATA E LOCAL:
Inicialmente o trabalho foi planejado para durar a semana de 3 a 7 de março, posteriormente foi prorrogada até o dia 14 de março de 2008.
Utilizamos o espaço denominado multi-uso dentro da Biblioteca João do Rio.
PÚBLICO ALVO:
Todas as pessoas que se utilizam da Biblioteca, além das turmas das escolas.
ESTRATÉGIA:
Fizemos uma exposição de todos os livros riscados, rasgados, com capas destruídas.
Distribuídos entre os livros colocamos elementos utilizados na encadernação e restauro de livros, alguns deles bastante curiosos, como o serrote, a marreta, a agulha, a grosa, além de uma prensa.
Como ficariam no ar esses elementos, optamos por uma exposição monitorada.
Cada grupo de pessoas ou classes receberam explicações sobre como se encaderna ou restaura um livro.
Na seqüência, também tomavam conhecimento da história das bibliotecas, desde o homem da caverna até a chegada à Biblioteca João do Rio.
Foi oferecido aos participantes um livrinho com essa história como lembrança por sua visita.
OPINIÕES:
O trabalho foi considerado muito interessante e instrutivo. A própria prorrogação de tempo demonstrou o quanto ele foi apreciado. Todos queriam participar e comentavam o quanto haviam aprendido ou detalhes que nem imaginavam.
PROJETO:
Márcia Cintra Camargo Rodrigues - Bibliotecária, Biblioteca João do Rio, CEU Campo Limpo Cardeal Dom Agnelo Rossi

FESTA JUNINA

ARRAIÁ NO ESPAÇO ENCANTADO

OBJETIVO:

O projeto nasceu da solicitação de uma professora do CEI que utilizava o Espaço Encantado.

Ela perguntou se a Biblioteca possuía a história da festa junina, pois queria trabalhar com as crianças a origem da festa e seus significados.

Durante a pesquisa, percebeu-se a possibilidade de contar a história de forma diferente. E, assim, nasceu o Arraiá.

DATA E LOCAL:

De 9 a 18 de junho de 2008, no Espaço Encantado, localizado dentro da Biblioteca João do Rio

PÚBLICO ALVO:

Todas as crianças do período integral (EMEI e EMEF) e as crianças do CEI.

ESTRATÉGIA:

Através de Sinhá Frozinha (Cristina Sales) e Nhô Chico (Giovanni Soares), professores do Projeto São Paulo é uma Escola, as crianças descobrem os símbolos das festas: balões, bombinhas, quadrilha, além das histórias dos Santos. Conforme o momento da história, a Roberta Felix (Gestão do CEU) fazia o papel de sonoplasta e, cuidando do som, colocava as crianças na brincadeira. Ao final da história, as crianças eram conduzidas para fora do Espaço Encantado, dançavam em roda e depois comiam pipoca, um dos símbolos da festa.

OPINIÕES:

Houve uma unanimidade com relação a positividade do trabalho. Era só olhar para os rostinhos das crianças e ver o deslumbramento delas.

PROJETO:

Coordenação Márcia Cintra Camargo Rodrigues com a colaboração da Gestora e dos funcionários da Gestão do CEU Campo Limpo Cardeal Dom Agnelo Rossi, da EMEI CEU Campo Limpo e do CEI CEU Campo Limpo, além do filho da funcionária Neide da biblioteca, o Acácio Apolinário Silva que gentilmente fez os balões coloridos para decorar o ambiente.


CARNAVAL

OBJETIVO:

Roda de leitura para contar a história do carnaval.

DATA E LOCAL:

Dia 24 de fevereiro de 2006 - Biblioteca Jornalista Roberto Marinho

PÚBLICO ALVO:

Alunos do CEU Butantã e comunidade em geral.

ESTRATÉGIA:

Recepcionamos todos com um ambiente decorado com confete, serpentina e máscaras carnavalescas.
Enquanto aguardavam o início dos trabalhos, todos foram entrando no clima da festa ouvindo marchinhas antigas.
Cada participante recebeu o texto "Chegou o carnaval!" de Rafael de Barros (Ciência hoje das crianças, 22/02/2004) para que pudesse acompanhar a leitura.
Ao final, os alunos da percussão, puxaram o batuque e todos sairam em corso pelas áreas abertas do CEU.
PROJETO:
Márcia Cintra Camargo Rodrigues - Biblioteca Jornalista Roberto Marinho com o apoio dos arte-educadores do CEU Butantã

MONTEIRO LOBATO

















LEITURA DA PEÇA “O MUSEU DA EMÍLIA”

OBJETIVO:
O DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL, INSTITUIDO PELA LEI Nº 10.402, DE 08/01/2002, É COMEMORADO NO DIA 18 DE ABRIL, EM HOMENAGEM AO NASCIMENTO DE MONTEIRO LOBATO. DESTA FORMA NADA MAIS NATURAL QUE MOSTRAR A IMPORTÂNCIA DELE PARA NOSSAS CRIANÇAS.

LOCAL:
BIBLIOTECA ROBERTO MARINHO E TEATRO CARLOS ZARA
HORÁRIO: 10H00 E 15H00

PÚBLICO ALVO:
ALUNOS DO INTEGRAL, ALUNOS DO CEU E COMUNIDADE.

ESTRATÉGIA:
A BIBLIOTECA ROBERTO MARINHO DURANTE TODO O MÊS DE ABRIL DE 2006 ESTEVE COM UMA EXPOSIÇÃO DAS OBRAS INFANTIS DE MONTEIRO LOBATO PARA VISITAÇÃO DAS TURMAS. TODAS AS OBRAS ESTAVAM COM SINOPSE PARA ATRAIR A ATENÇÃO, ALÉM DE EXPLICAÇÃO SOBRE O QUE REPRESENTA CADA PERSONAGEM.
NO DIA 18 DE ABRIL, NO TEATRO CARLOS ZARA, OS ARTE-EDUCADORES FIZERAM A LEITURA (COM DRAMATIZAÇÃO) DA PEÇA ESCRITA PELO PRÓPRIO MONTEIRO LOBATO, ESPECIALMENTE PARA SER REPRESENTADA NA BIBLIOTECA INFANTIL DE SÃO PAULO, A 8 DE JANEIRO DE 1938.
OPINIÕES:
FIZEMOS 2 APRESENTAÇÕES COM O TEATRO, DE 450 LUGARES, LOTADO. HOUVERAM VÁRIAS MANIFESTAÇÕES PARA NOVAS APRESENTAÇÕES E UMA EXCELENTE REPERCUSSÃO, TANTO NA FORMA COMO NA QUALIDADE DO TRABALHO APRESENTADO.

PROJETO:
BIBLIOTECA ROBERTO MARINHO: MÁRCIA CINTRA CAMARGO RODRIGUES
E OS ARTE-EDUCADORES: CAMILA PAES DE OLIVEIRA, CÁSSIO DO AMARAL CARVALHO, CINTHYA CALY BAPTISTA, EDNILSON SANTOS, ERENAY MARTINS MACIEL, JOSÉ RIBEIRO ROCHA, LUCAS GRANADO GONÇALVES LOPES, LUIZ CLAUDIO BAHIENSE ROCHA (TITO), MAISA CORRÊA DE OLIVEIRA, MARIA ELAINE DE MELO, MARIANA BERTOZA JURADO, RINALDO LINS BARRETO DA SILVA FILHO (JUNIOR) E
YVONE APARECIDA RICIOLLI LOPASSO